Pages

fevereiro 26, 2013

"ARGO, vai se ferrar."

 
Confesso que me surpreendi com a academia este ano, pois tinha quase a certeza de que o consagrado Steve Spielberg levaria a estueta de melhor diretor e filme, e não que Argo do lindissimo Ben Affleck não merecesse (até por sinal estava torcendo por ele) mas não acreditava que Argo derrubasse  Abrahan Lincoln.
A narrativa de Argo se inicia em 4 de novembro de 1979, quando a embaixada norte-americana em Teerã é invadida por militantes islâmicos e estudantes iranianos, exigindo a extradição do ex-governante do país Mohammad Reza Pahlavi, em tratamento de saúde nos EUA, gerando a crise de reféns no Irã. Entretanto, seis americanos conseguiram sair da embaixada antes da invasão, escondendo-se na residência do embaixador do Canadá.
A CIA estuda meios de resgatá-los e Tony Mendez engendra a idéia de resgate por meio de uma equipe de produção de um falso filme de ficção científica, chamado Argo. Com o apoio de seu chefe, Jack O'Donnell e com a ajuda de John Chambers, um renomado especialista em maquiagem da indústria cinematográfica e do ator Lester Siegel, monta uma equipe e viaja até Istambul, antes de chegar a Teerã. Ali, treina as novas identidades com os refugiados, que passarão a ser cidadãos canadenses membros da equipe do filme, que retornarão aos seus lares num voo da Swissair.
Além de melhor filme, Argo ganha mais duas estatuetas da noite de melhor roteiro adaptado e melhor edição.
Agora o filme Argo de Ben Affleck é criticado pelo Irã de distorção dos fatos e criticam também a Primeira Dama, Michelle Obama de entregar a estatueta, que segundo os iranianos "a intensificação da especulação quanto à motivação política da distinção deste filme".
Argo transpassa para a tela nada mais que a versão dos fatos de uma época historica, assim como Abraham Lincoln todos merecem uma estatueta pela dedicação ao querer transpor para o espectador a história contada e recontada dos EUA.
Uma frase muito citada pelo personagem Tony Mendes (Ben Affleck) é "Argo fuck yourself", ou seja, Argo se ferrou tanto na ficção quanto na realidade, levando a estatueta de melhor filme de 2013. Mr. Affleck indignado por sua exclusão da indicação de melhor direção, desabafa em seu discurso como quem diz: - "Toma essa Academia!!", mas acredito que ele merecia estar indicado e mostrou que não é apenas um rostinho bonito e está aí e não está para bincadeira e logo, logo vem muito mais filmes com sua direção e atuação, para nosso deleite. "E não guarde rancor!"
 

"You can't hold grudges. It's hard but you can't hold grudges. And it doesn't matter how you get knocked down in life because that's going to happen. All that matters is you gotta get up."
  Mr. Affleck.
("Você não pode guardar rancor. É difícil, mas você não pode guardar rancor. E não importa como você é derrubado na vida, porque isso vai acontecer. Tudo o que importa é que você tem que se levantar.")

 

dezembro 30, 2012

Sweeney Todd, o musical Burtoniano

 
Sweeney Todd é o filme de Tim Burton lançado em 2007. Burton recria um ambiente musical e dramático para a adaptação do autor Stephen Sondheim de 1980, que ainda jovem ficou impressionado com a história, então por que não adaptá-la para o cinema? Mas, como sempre, há muitos imprevistos para que algo que se deseja aconteça, e só anos mais tarde (bem mais tarde, como já sabemos) Burton consegue adaptar a história para o cinema. 
A época é a era vitoriana, Benjamin Barker (Johnny Depp) é um barbeiro da rua Fleet que vive feliz com esposa e filha é acusado pelo juiz Turpin (Alan Rickman) que apaixonado pela esposa de Barker, manda -o para Australia, acusado de um crime que não cometeu. Anos mais tarde Barker retorna a sua casa na rua Fleet e jura vingança. Logo conhece a Sra. Lovett (Ms. Burton), esta conta-lhe sobre o paradeiro de sua esposa e filha e descobre que Johanna sua filha é mantida presa na casa de Turpin. Agora Barker que atende ao nome de Sweeney Todd, com o sentimento de ódio e vingança nas veias tentará matar  Turpin e todos que atravessarem seu caminho, ou melhor, sua barbearia.
Sendo uma adaptação musical do teatro, Burton teve uma tarefa delicada, adaptar e cortar algumas músicas do original, pois ficaria longo demais na adaptação para o cinema. As divisões de diálogos interrompidos pela trilha sonora faz com que o espectador fique submerso nas melodias dos personagens (claro que, para quem gosta de musical).
Em Sweeney Todd, Burton mostra cenas com muito sangue, Todd com seu sentimento vingança transmite ao espectador ao navalhar a garganta de seus clientes, borriafando sangue para todos os lados, cantando com seu ar de frieza, sente-se realizado. Na questão da adaptação ser um pouco sangrenta, a adaptação mostra muitos borrifos de sangue, que torna o filme um pouco cômico e nada trágico.
Uma de sua marcas é a maquiagem que Burton deixa sempre em evidência na quase todos seu personagens (olheiras profundas, palidez, cabelos e olhos extremamente ressaltados) e no caso de Todd fica visivel, palidez e madeixas excêntricas.Um fato curioso é que na versão de Sweeney Todd dos EUA é diferente da versão que saiu no resto do mundo, motivo esse foi a classificação etária nas cenas de morte, e assim, mostrando ângulos de câmera diferentes para suavizar as cenas.
Burton sai do comum em suas obras cinematográficase mostra ao espectador que o diferente é muito mais interessante, mas não é para qualquer diretor ter tanta criatividade de visão e ao mesmo tempo sombrio e fantástico.
Sweeney Todd é o 10º musical mais visto da história do cinema.
 
INDICAÇÕES:
4 Globos de Ouro - ganhando dois, de melhor ator e melhor filme categoria musical;
3 Oscars - ganhando um, melhor direção de arte.
 
 
 *Para quem me conhece sabe o quanto sou fã de Timothy William Burton, e não exagero nas palavras quando falo à respeito de sua originalidade ao criar ambientes góticos e ao mesmo tempo fantásticos. Burton nos mostra em seus personagens (maus, feios, loucos, etc) um sentimento de admiração, que faz com que nós espectadores queira ajudar desde Edward, mãos de tesoura (1990) à Alice no País das Maravilhas (2010), e que se fosse possível encontrá-los por aí, ou então encontrar o criador desses personagens cheios de sentimentos diversos.
Me lembro bem, o primeiro filme de Tim Burton que assisti na TV, (e muito menos imaginava quem era Burton na época) era Edward mãos de tesoura, deveria ter uns 6 ou 7 anos (+ ou -), e fiquei hipnotizada com aquele personagem, simpatizada e ao mesmo tempo com pena do rapaz de fisionomia medo/tristeza com algumas cicatrizes no rosto, pensei com meus botões:
-  Como ele foi ter tesouras no lugar das mãos?? Tadinho do Edward!
Mas recordo que fiquei muitos dias pensando sobre Edward e sempre que passava o filme na sessão da tarde (na época não havia locadora e muito menos aparelhos para recepção de filmes em fitas) eu parava tudo para assistir.
Burton foge um pouco do tradicional filme hollywoodiano e nos mostra, um terror infantil, com personagens melancólicos e sombrio.
 É... Quanta imaginação hein Mr. Burton e obrigada, pois faz de nós espectadores e admiradores de suas obras cinematográficas muito felizes.

dezembro 09, 2012

UM OLHAR DO PARAÍSO (Critica atualizada)




Um olhar do Paraíso (The lovely bones, 2009) é uma adaptação cinematográfica do Best-Seller da americana Alice Sebold e que logo, o diretor Peter Jackson, famoso por seus filmes de gênero trash, compra os direitos autorais do livro e recria para o público a mais bela das histórias entre a vida e a morte.
O ano é 1973, a história se passa em Norristown um subúrbio da Filadelphia.

“My name is Salmon, like a fish. First name Susie”, Susie Salmon, assim se inicia a história, narrado em primeira pessoa, pela personagem e a tornando mais comovente ao espectador que será direcionado aos passos da protagonista, sobre sua visão da vida e consequentemente sua morte até finalmente a sua chegada ao paraíso. Susie Salmon (Saoirse Ronan) é uma garota de 14 anos que ama tirar fotos, segundo ela, é uma forma de congelar momentos (os mais diversos) antes que eles se vão. Nos primeiros minutos do filme o espectador não tem a total noção de que Susie está morta até então ser revelado seu assassino. Susie é abordada quando estava voltando da escola por seu vizinho George Harvey (Stanley Tucci), um homem solitário que vive em uma casa verde do outro lado da rua. 
O Sr. Harvey quer lhe mostrar um esconderijo subterrâneo, segundo ele fez para as crianças brincarem. Inocente e curiosa, Susie aceita conhecer o lugar, logo percebe que o homem é um tanto estranho. Ele lhe oferece uma garrafa de coca-cola, mas  diz que precisa ir embora e Mr. Harvey com um olhar frio e assustador diz: - It’s not polite! Be polite!. Susie começa a ficar com medo e foge (Elipse)*. Até então, nós espectadores, respiramos aliviados, Susie fugiu do psicopata. Ela corre até avistar seu pai, Jack Salmon (Mark Wahlberg) na rua e logo grita para ele, mas como num passe de mágica ele desaparece. Até então Susie não tinha certeza do que estava acontecendo e ao chegar em sua casa anda pelo corredor e vai até à uma porta com uma luz muito clara e vê Mr. Harvey numa banheira, coberto de lama e sangue. Ele estava com sua pulseira, a qual estava na pia do banheiro e logo percebe a crueldade que sofrera. Susie foi violentada e morta por Mr. Harvey (Foco dramático)**.
O flashback é um componente muito importante para o desenrolar da historia, e quando o personagem relembra algo que o fará solucionar um fato. E geralmente são cenas em tons de séphias, mostrando ao espectador que é a lembrança do personagem. A maioria dos flashbacks eram revividos por Jack, o pai de Susie que ao rever suas fotos, relembrava das cenas, afim de descobrir quem era o assassino de sua filha.
Outro fator ao ser analisado (e que só percebi assistindo-o pela 2ª vez,  mas para um expert em cinema, acredito que perceberia de imediato) seria a questão da grande sacada de Peter Jackson, que deixa cenas subliminares (se é assim que posso dizer) sobre a presença de Mr. Harvey no shopping enquanto Susie passeava com seus pais e sua avó (Susan Sarandon) e que a câmera flagra ele algumas vezes ao rondando as lojas que Susie se encontra, mas à um primeiro momento (leigos como eu) não se dão conta que o assassino estava ali tão perto.
O desenrolar do filme se passa entre o paraíso e  pequenas visitas de Susie ao mundo real. Um campo que muda de estações de acordo com as emoções de Susie, é uma mistura de cores vivas em um ambiente sobrenatural que faz o espectador viajar junto com Susie até ao paraíso de Peter Jackson.
Definitivamente Mr. Jackson soube repassar para a tela toda a imagem que o livro relata e de forma simples e bonita. Em algumas cenas, confesso que, relembrei de filmes famosos sobre essa temática que fascina a todos que é a vida após a morte e dentre eles não teve como não lembrar de "Ghost - do outro lado da vida" (1990) e " Amor além da vida" (1998), visto que ambos os filmes anteriores foram protagonizados por atores consagrados, Demi Moore e Robin Willians, mas mesmo com a Saoirse Ronan (não sei como se pronuncia...) mostra o quanto o tema “mundo sobrenatural” é tão belo e fascinante.
Linguagem cinematográfica:
*Elipse – Supressão de um ato dramático, o qual será revelado posteriormente. É um corte de cena, não se explicitando o que ocorreu e que por meio de deduções leva o espectador entender o que ocorreu seguido da próxima cena. No filme não é mostrado como Susie foi violentada e faz o espectador acreditar que ela conseguiu fugir mas só depois com os efeitos de luzes percebemos que Susie está morta e nos mostrando  Mr. Harvey na banheira, sujo de lama e sangue.
**Foco dramático – é um ponto ou ação de uma cena a que quer se atrair a atenção do espectador, e podem ser voltados nos seguintes pontos:
a)Personagem falando;
b)personagem se movimentando em um grupo de pessoas;
c)personagem muito iluminado ou com roupas mais claras;
d)personagem ou objetos em foco.
Podemos perceber o foco dramático na cena, quando Susie entra no banheiro onde está Mr. Harvey, além da claridade do ambiente, o rosto do psicopata é colocada em primeiro plano, em close (CL). Para dar mais veracidade no filme Peter Jackson usou muito o foco dramático no filme, e que se podem ver em várias outras cenas.




novembro 03, 2012

Frankenweenie: Frankstein canino .

 
 
 
 
Ontem fui ao cinema assistir a (re)estréia de 'Frankenweenie', uma nova (antiga) animação de Tim Burton. Para quem me conhece sabe o quanto sou fã dele (e não por acaso, inspirador do meu projeto de pesquisa, mestrado).
'Frankenweenie' (1984), foi o primeiro filme para o cinema de Tim Burton (com 25 aninhos), um projeto de animação em stop-motion, que a Disney engavetou, cortando custos, pois o jovem Burton queria ir mais além dos tipicos contos de fadas e lições de moral e boa conduta. Frankenweenie  competiria com 'O Pinóquio' e  feitos testes com mães, acharam (achismos) ficaram um pouco preocupadas, pois o filme induziria as crianças a brincarem com eletricidade. Agora em 2012, Burton finaliza seu sonho de quando jovem, sua animação em stop-motion, e que em na versão de Frankenweenie de 1984 foram usados personagens reais, sem verbas, o stop-motion ficou para agora.
E o que inspirou Burton para criar Frankenweenie? Depois de rever Frankstein, Burton relembrou de seu cão que tivera na infância e logo, ficou fascinado com o enredo, em trazer a vida pessoas mortas, e assim surgiu Frankenweenie...
O enredo se foca em Victor e seu cão Sparky, que morre atropelado quando vai pegar uma bola na rua...Victor fica em choque com a morte do amigo canino, pois ele era um menino introspectivo e seu unico amigo era Sparky. Numa das aulas de ciências, o professor de Victor explica sobre a eletricidade e com o experimento de um sapo morto. Victor tenta fazer com seu amigo Sparky e dá certo, o cão volta a vida...

 
Timothy William Burton, com sua temática sombria e gótica está cada vez mais caindo no gosto do público, o que prova isso que estou falando são os Blockbusters, que se tornaram uma referencia ao seu nome, dentre eles: Alice no Pais das mravilhas,  A fantástica fabrica de chocolates, Batman: o retorno, Edward mão de tesoura e etc.

Tim Burton (é sem dúvidas) um dos melhores diretores da atualidade, com sua imaginação sem igual, leva o espectador a lugares fantásticos e também desconhecidos que só existem apenas em seu mundo particular.


JANAINA MÉRICE JARSKI

outubro 11, 2011

O menino do Pijama Listrado

"O Menino do Pijama listrado" (2008) é baseado no livro de John Boyle (The boy in the striped pyjamas) e dirigido por Mark Herman.

SINOPSE: "O menino do pijama listrado" é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e também sobre o que acontece quando a inocencia é colocada diante de um monstro terrível que foi o preconceito nazista.




Bruno o personagem principal um menino de 8 anos e no auge de sua inocência, não imagina que seu País está em guerra com o resto da Europa e com isso sua família precisa mudar-se para outro lugar, que segundo seu pai, será "um lugar melhor" para todos. A narrativa gira em torno da visão de Bruno que vê tudo ali com sua ingenuidade de criança mas com pano de fundo os campos de concentração, Holocausto. Em meio a seu tédio na casa nova, Bruno decide "explorar" o local, logo descobre que há uma fazenda aos redores de sua casa e que haviam moradores que ficavam o dia todo de pijamas. "Mas por que ainda estão de pijamas no meio do dia?" pensou Bruno curioso, conhece Shmuel "o menino do pijama listrado" e logo se tornam Grandes Amigos. Bruno sempre generoso furta comida para levar ao seu amigo atrás da cerca eletrificada, a fim de se divertir um pouco com Shmuel também jogam damas, mas é Bruno quem conduz o jogo dos dois. Mesmo diante dos acontecimentos, Bruno acredita que tudo ficará bem e os dois poderão brincar juntos sem a cerca que os separa. O valor dessa amizade é medido, quanto Shmuel está triste e preocupado com seu pai que desapareceu, então pede ajuda de Bruno para encontrá-lo. Mas como Bruno poderia fazer isso, se ele está do outro lado da cerca? Só há uma maneira e Shmuel encontrou a solução, conseguir um pijama listrado para Bruno. No outro dia, Shmuel estava com o pijama à espera de Bruno, e assim feito, cavaram um buraco abaixo da cerca eletrificada para Bruno assim ajudar o amigo. Esse grande gesto de amizade mostrou o quanto Shmuel era importante para Bruno, e que naquele momento não imaginava que custaria sua vida, ao qual seu próprio pai era a favor do extermínio em massa de judeus. A ideologia nazista, que pregava uma raça única e pura, (egoísta) exterminando os "seus inimigos" (judeus, poloneses, homossexuais, negros etc.) mostrou também ao oficial seguidor dessa ideologia que não há melhores nem piores e que todos são iguais. O seu ideal de pátria e raça, custou a vida do seu filho inocente Bruno, que ao entrar no campo de concentração jamais imaginou como eram tratadas as pessoas de pijamas...



junho 24, 2011

Hey, Britney?!! Faltou criatividade??







No mundo das celebridades é comum um querer se sair mais que outros, pois holofortes iluminarão aqueles que se sairem melhor, ou os que melhor superar as expectativas do mercado.


Hoje vi o clip "I wanna go" da polêmica Britney Spears (voz de pato eletrônico) e que não vou deixar sem comentar aqui, e os fãs de Britney que me desculpem, mas a verdade seja dita, esse clip não passou de cópia, e uma cópia muito barata e mal feita por sinal. Então vamos a análise: no inicio Britney sai de um prédio com um estilo diferente do dela. Até aí tudo bem, ela pôde ter a inspiração na Avril, usando coturnos, couro e taxinhas, mas logo de cara já à vemos cantando emcima de um taxi com um microfone de fio, peraí, isso é cópia do clip "sk8er boi" da Avril, sem contar com as mechas no cabelo loiro de pink, ah isso é demais, me poupe. Outro clip que me fez recordar foi o Thriller do Rei do Pop, Michael Jackson, que no final do clip ela é levada por um cara e os olhos dele brilham e a famosa gargalhada do Vincent Price no final... afff, para quem quer ser tão polêmica, esse clip foi cópias de outros clips consagrados. Mas afinal? Agora depois de tanto tempo ela vai querer dar uma de adolescente sem causa? E eu como fã assídua da Avril Lavigne, é óbvio que venho defendê-la aqui. É dona Britney, faltou originalidade nessa não é??


Veja o clip na íntegra e comprove:

maio 30, 2011

End of May ***

"In quiet rage I'm staring at this empty
notebook page...Because you feel
like
you're the only one who's felt this
way".


(End of May - Michael Bublé)



Hoje venho escrever em meu blog, um desabafo, para os que visitam, o meu muito obrigada, mas esse post que escrevo não é como a maioria, de análises filmes que adoro escrever, mas sim a rejeição de algo que depositei meu coração e todas as minhas expectativas estavam escritas em cada página. Muitos ao lerem isso irão pensar "Nossa, como ela é dramatica!", mas afinal, Quem é que não fica meio dramaqueen quando cometem injustiças contra você? Talvez minhas expectativas foram grandes demais, e as pessoas não o viam como eu, e lógico me decepcionei. Concerteza você não está entendendo essa decepção, mas não se trata de alguém próximo que me feriu, mas sim a rejeição de um trabalho que julgava aceito...Meu artigo o qual eu depositei minha verdade, meus dias de desespero e alegria por conseguir ou não escrever, até chegar alguém ou algum evento que faz pouco do seu trabalho... Meu artigo ALICE DE TIM BURTON: IDENTIDADES DO SUBTERRÂNEO, foi aceito e logo rejeitado... e o pior rejeitado dias antes de acabar as inscrições, se ao menos fossem corajosos o suficientes para dizerem desde o inicio, seu ARTIGO NÃO FOI ACEITO, mas não, foi aquela "rasgação de seda" no inicio e enrolação atrás de enrolação, logo depois emails atrás de emails pra entender o porque da demora da tal senha para a inscrição... Ainda tinha a esperanças nesses últimos dias de receber um email que pudesse ser aquele que diria você está no evento, mas fui ignorada totalmente... e o que mais me dói é saber que alguns artigos publicados neste mesmo evento são de pessoas que simplesmente adotaram qualquer tema, e conseguiram publicar, apenas para obter o titulo e eliminarem o temido TCC (Trabalho de conclusão de Curso). E por fim HOJE, enviei (além dos demais) mais um email para a organização. Logo a resposta, rápida chegou... SEU ARTIGO NÃO CONSTA NO EVENTO...


Blogroll

Hello There

Aqui você conhecerá um pouco de Janaina M. Jarski. Como uma típica aquariana, amo tudo o que tenha a ver com atualidades, principalmente se o foco for livros, músicas e filmes.

Fiquem a vontade para comentar e dar dicas...
:D





































































































































































































































































































































Quick Notice

Labels

another links

Sample Widget

Labels

Powered By Blogger

Labels

Labels

Mais populares

About me

Minha foto
Blog destinado a sétima arte.